Regra de identificação
Linha, família, número de datas distintas, valor acumulado e recência. Sem usar diagnóstico, medicamento ou origem de aquisição.
Esta análise transforma o comportamento histórico da base em personas operacionais. Cada persona tem uma regra de identificação, evidências agregadas e uma decisão que pode ser testada.
Em vez de descrever um personagem genérico, definimos grupos com condições observáveis na base. Isso permite revisar, recalcular e transformar o perfil em uma coorte de teste.
Linha, família, número de datas distintas, valor acumulado e recência. Sem usar diagnóstico, medicamento ou origem de aquisição.
Tamanho do grupo, faturamento bruto, média por paciente, recorrência e composição etária.
Qual jornada priorizar, qual coorte montar e qual resultado observar antes de ampliar.
Perfil de paciente com combinação de necessidade atendida, comportamento de valor e possibilidade de relacionamento — não apenas uma faixa etária.
As faixas abaixo são evidências de composição da base. Elas ajudam a orientar investigação, mas não devem excluir outros pacientes nem virar segmentação automática.
R$ 10,9 mil por paciente
75,8% com mais de um registroR$ 13,5 mil por paciente
73,7% com mais de um registroR$ 15,5 mil por paciente
76,7% com mais de um registroAs personas abaixo foram desenhadas para serem úteis no planejamento. Elas não devem ser tratadas como diagnóstico, promessa de resultado ou regra definitiva de marketing.
É o perfil mais valioso para entender primeiro.
Paciente com serviços classificados nas duas linhas, ao menos duas datas distintas e valor acumulado elevado.
Uma relação coordenada com a clínica, sem receber comunicações fragmentadas por procedimento.
A oportunidade está na passagem da consulta para a continuidade.
Paciente com pelo menos um serviço classificado como consulta, protocolo ou cuidado médico, sem depender de diagnóstico para ser identificado.
Clareza sobre o próximo passo, acompanhamento e quando faz sentido voltar.
O valor está na repetição responsável e no retorno no momento adequado.
Paciente com procedimento classificado na linha Estética e histórico de uma ou mais datas de atendimento.
Uma jornada que respeite objetivo, intervalo e manutenção — não uma oferta genérica.
É o maior ponto de perda de relacionamento visível na fila atual.
Paciente cujo último item registrado é uma consulta sem retorno e cuja última data está entre 61 e 360 dias.
Uma conversa que descubra o que impediu o próximo passo, sem presumir desinteresse ou condição clínica.
O objetivo não é criar um documento de personas para consulta. É transformar cada perfil em uma decisão sobre prioridade, jornada, capacidade e medição.
A exportação contém camadas clínicas importantes. Elas podem apoiar a reconciliação técnica e a validação de jornadas, mas não devem ser transformadas em critérios de ICP ou argumento de marketing.
Usar para entender existência de jornadas e qualidade do registro; não usar texto clínico para criar audiência.
Manter restrito. Diagnóstico, alergias e medicamentos não entram em ICP, mídia ou CRM de marketing.
Pode ajudar a validar a taxonomia clínica internamente, nunca a definir uma persona publicitária.
Podem apoiar a reconciliação de famílias e ciclos, com acesso controlado e revisão profissional.
A base já permite começar com quatro personas claras. A próxima etapa é testar a leitura por linha, confirmar ciclos e entender quais perfis combinam valor, recorrência e capacidade de atendimento.