Regra de identificação
Linha, família, número de datas distintas, valor acumulado e recência. Sem usar diagnóstico, medicamento ou origem de aquisição.
Esta análise transforma o comportamento histórico da base em personas operacionais. Cada persona tem uma regra de identificação, evidências agregadas e uma decisão que pode ser testada.
Em vez de descrever um personagem genérico, definimos grupos com condições observáveis na base. Isso permite revisar, recalcular e transformar o perfil em uma coorte de teste.
Linha, família, número de datas distintas, valor acumulado e recência. Sem usar diagnóstico, medicamento ou origem de aquisição.
Tamanho do grupo, faturamento bruto, média por paciente, recorrência e composição etária.
Qual jornada priorizar, qual coorte montar e qual resultado observar antes de ampliar.
Perfil de paciente com combinação de necessidade atendida, comportamento de valor e possibilidade de relacionamento — não apenas uma faixa etária.
A comparação abaixo mostra todas as faixas etárias contra a referência Geral, Médica, Estética ou Ambas. Idade é evidência de composição; a combinação com valor, ticket e recorrência é o que transforma o dado em uma hipótese de persona.
Toda a base com atendimento fechado, incluindo os 118 pacientes cuja família ainda precisa ser validada.
É a maior faixa em número de pacientes e responde por R$ 10,1 milhões do histórico.
O valor histórico por paciente é o maior da visão geral, acompanhado da maior recorrência.
As duas faixas reúnem 37,5% da base e valores por paciente acima da referência geral.
As Personas Operacionais abaixo combinam esses sinais. Elas não transformam faixa etária em regra automática de marketing.
As personas abaixo foram desenhadas para serem úteis no planejamento. Elas não devem ser tratadas como diagnóstico, promessa de resultado ou regra definitiva de marketing.
A linha é definida pelos procedimentos registrados ao longo do histórico. “Ambas” identifica quem já transitou entre Médica e Estética.
É o perfil mais valioso para entender primeiro.
Paciente com pelo menos um serviço classificado na linha Médica e um na linha Estética ao longo do histórico.
Uma relação coordenada com a clínica, sem receber comunicações fragmentadas por procedimento.
A oportunidade está na passagem da consulta para a continuidade.
Paciente com pelo menos um serviço classificado como consulta, protocolo ou cuidado médico, sem depender de diagnóstico para ser identificado.
Clareza sobre o próximo passo, acompanhamento e quando faz sentido voltar.
O valor está na repetição responsável e no retorno no momento adequado.
Paciente com procedimento classificado na linha Estética e histórico de uma ou mais datas de atendimento.
Uma jornada que respeite objetivo, intervalo e manutenção — não uma oferta genérica.
É o maior ponto de perda de relacionamento visível na fila atual.
Paciente cujo último item registrado é uma consulta sem retorno e cuja última data está entre 61 e 360 dias.
Uma conversa que descubra o que impediu o próximo passo, sem presumir desinteresse ou condição clínica.
O objetivo não é criar um documento de personas para consulta. É transformar cada perfil em uma decisão sobre prioridade, jornada, capacidade e medição.
A exportação contém camadas clínicas importantes. Elas podem apoiar a reconciliação técnica e a validação de jornadas, mas não devem ser transformadas em critérios de ICP ou argumento de marketing.
Usar para entender existência de jornadas e qualidade do registro; não usar texto clínico para criar audiência.
Manter restrito. Diagnóstico, alergias e medicamentos não entram em ICP, mídia ou CRM de marketing.
Pode ajudar a validar a taxonomia clínica internamente, nunca a definir uma persona publicitária.
Podem apoiar a reconciliação de famílias e ciclos, com acesso controlado e revisão profissional.
A base já permite começar com quatro personas claras. A próxima etapa é testar a leitura por linha, confirmar ciclos e entender quais perfis combinam valor, recorrência e capacidade de atendimento.